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VISÃO DAS IGREJAS NA OBRA DA RESTAURAÇÃO

ATOS 2:42-47 E perseveravam na doutrina dos apóstolos e na comunhão, no partir do pão e nas orações. Em cada alma havia temor; e muitos prodígios e sinais eram feitos por intermédio dos apóstolos. Todos os que creram estavam juntos e tinham tudo em comum. Vendiam as suas propriedades e bens, distribuindo o produto entre todos, à medida que alguém tinha necessidade. Diariamente perseveravam unânimes no templo, partiam pão de casa em casa e tomavam as suas refeições com alegria e singeleza de coração, louvando a Deus e contando com a simpatia de todo o povo. Enquanto isso, acrescentava-lhes o Senhor, dia a dia, os que iam sendo salvos.


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Igreja em São Miguel Paulista

Na Obra da Restauração

Um Lar, uma Família para Você! 
 
 
         CULTOS: QUARTA-FEIRA                      AS 19:00
                        SEXTA-FEIRA                          AS 19:00 
                        DOMINGO - EBD                     AS 16:00
                        DOMIGOS -  ADORAÇÃO         AS 18:00
 
 
 
  
 
 
TODAS AS QUARTA-FEIRA: CAMPANHA DO MOVER DE DEUS
 
SEXTA-FEIRA: CULTO DE ENSINAMENTO
 
DOMINGO: CULTO DE LOUVOR E ADORAÇÃO 
 
TODO 2° DOMINGO: CULTO DE MISSÕES
 
TODO 3° DOMINGO: CULTO DE CEIA DO SENHOR
 
 
 
 
 
 
Restauração: a Gênese histórica do 
 
conceito “de volta à Bíblia”
 
 
 

Como iniciou esta Obra da Restauração no Brasil, como vem acontecendo no mundo inteiro e que já acontece há muitos anos, mais precisamente desde a reforma protestante do século XVI, como lemos no livro “Raízes da Restauração” dos autores C. Leonard Allen & Richard T. Hughes, da Editora Vida Cristã – e-mail: editora@vidacrista.com.br - http://www.vidacrista.com.br - que registra a posição de reformadores buscando as raízes históricas dos movimentos de restauração do Cristianismo primitivo.

 

O que é restauração? Por que restauração?

 

Ao longo dos séculos, a igreja que Jesus criou e propôs edificar sobre Si mesmo, vem sofrendo o processo da secularização que entre usos e costumes, vai sendo tirando o brilho que a igreja primitiva possuía.

O surgimento de ministérios e denominações que, procurando sua própria identidade, vão descaracterizando a Igreja de Jesus, eliminando dela práticas e ensinamentos bíblicos que o Senhor deixou para manter sua igreja separada do mundo - o termo “Igreja”, quer dizer: “chamados para fora do mundo”.

. “Os teus filhos edificarão as antigas ruínas; levantarás os fundamentos de muitas gerações, e serás chamado reparador de brechas, e restaurador de veredas para que o país se torne habitável” (Is 58.12).

 

Jesus deixou claro que a Igreja seria incompatível com o mundo: “... vós sois o sal... (conservar e temperar)... vós sois a luz (iluminar, mostrar o caminho) (Mt 5.13-16).

 

Oswaldo J. Smith em seu livro “O homem que Deus usa”, comenta sobre a linha divisória entre os filhos de Deus e suas criaturas: “Parece que nunca houve um tempo em que fosse mais necessário acentuar a vida de separação do que hoje. O mundo tem se tornado tão eclesiástico e a igreja tão mundana, que é difícil distinguir um do outro. A linha de demarcação tem sido tão completamente apagada, que as igrejas onde outrora se via avivamento e cuja vida espiritual era profunda e forte, são hoje em dia, apenas centros sociais sobre que o Senhor Deus há tempos escrevera a palavra: “Icabod” A glória desapareceu”.

 

Continua o escritor: “O mundanismo na igreja professa é somente um outro sinal do fim desta dispensação. As profecias da Palavra de Deus estão literalmente cumpridas. A sua vinda deve realizar-se brevemente”.

 

Será que a palavra de Jesus a Nicodemos “... Nascer de novo para ver o Reino de Deus; ... Nascer da água e do Espírito para entrar no Reino, não tem sentido para nós hoje? (Jo 3.3,5).

 

A mídia tem influenciado o modo de viver, vestir, comer e até os valores morais da sociedade têm sido alterados. Orlando Boyer em sua Pequena Enciclopédia alerta: “A nossa vida espiritual, é como a qualidade de algumas meias, puxamos um só fio, e a meia inteira se desfaz. Deus só abençoa, aqueles que corajosamente, avançam contra a temível correnteza do mundanismo”. E conclui com o exemplo de Daniel e seus companheiros: “Resolveu Daniel firmemente não contaminar-se com as finas iguarias do rei, nem com o vinho que ele bebia;...” e Deus honrou a sua decisão, pois nos setenta anos de cativeiro Babilônico ele teve uma posição de destaque sem contaminar-se: “Daniel continuou até ao primeiro ano do rei Ciro”, este foi o rei que assinou a reconstrução do templo em Jerusalém e o retorno do povo de Deus à sua terra. (Dn 1.8,21; Ed 1). 

 

Nunca é demais lembrarmos que a causa do dilúvio foi exatamente à mistura dos filhos de Deus (setistas) com as filhas dos homens (caimitas). (Gn 6. 2,3). Chegando mesmo a apagar a linha divisória que os separava: “A terra estava corrompida à vista de Deus, e cheia de violência. Viu Deus a terra, e eis que estava corrompida; porque todo ser vivente havia corrompido o seu caminho na terra. Então disse Deus a Noé: Resolvi dar cabo de toda carne, porque a terra está cheia de violência dos homens: eis que farei perecer juntamente com a terra”. (Gn 6.11-13).

 

Jesus deixou duas palavras que devem preocupar a nós cristãos do século XXI:

(1)    “Porquanto, assim como nos dias anteriores ao dilúvio,... assim será também a vinda do Filho do homem...” (Mt 24.32-44).

 

 (2)     “... Quando vier o Filho do homem, achará porventura fé na terra?”. (Lc 18.8b)

 

Medite na causa do dilúvio, e veja se não estamos caminhando para uma situação semelhante.

 

 

 

PASTOR PRESIDENTE GÊNESIS SILVA COSTA